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Livro dos 100 anos

Últimas Notícias

Produtor poderá ter crédito subsidiado para assistência técnica privada

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou projeto que inclui entre os objetivos específicos do crédito rural o financiamento da contratação de serviços privados de assistência técnica ou extensão rural aos produtores ou suas organizações legalmente instituídas, através de linha de crédito subsidiado específica para esse fim. O texto segue para análise da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). De autoria do então senador Assis Gurgacz (PDT-RO), o PLS 318/2012 altera a Lei do Crédito Rural (4.829/1965) e a Lei da Política Agrícola (8.171/1991) para dar acesso e amparo aos produtores rurais que necessitam de assistência técnica e capacitação para agregação de tecnologias às atividades rurais. Isso será feito por meio de linha de crédito subsidiado específica, com juro zero para os agricultores familiares ou empreendedores familiares rurais, podendo ainda ser concedidos rebates (descontos) nas dívidas, conforme regulamento a ser posteriormente elaborado. O Conselho Monetário Nacional deverá incluir anualmente, na proposta orçamentária do Poder Executivo, a dotação orçamentária para esse fim. O relator substituto, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), considerou que a proposta auxiliará os 78% de produtores rurais que não receberam nenhuma orientação técnica, segundo dados do Censo Agropecuário de 2006, e acelerará a disponibilidade de recursos federais para assistência técnica e extensão rural. São mais de 4 milhões de estabelecimentos de agricultores familiares identificados no Censo de 2006. “Nos últimos anos, os participantes de diversas audiências públicas sobre questões ambientais, como as do Código Florestal, e sobre a produção agropecuária, têm apontado as dificuldades de acesso a serviços de assistência técnica e extensão rural por produtores rurais, sobretudo os agricultores familiares, como um dos principais entraves ao aumento da produtividade e da sustentabilidade da agropecuária nacional”, observou. Ele sugeriu a reclassificação da proposta, que deixa assim de ser projeto de lei complementar e torna-se projeto de lei ordinária. Com o advento da Constituição de 1988, assinalou o relator, a política de incentivo à produção rural passou a ter status constitucional, mas cabe lei ordinária para tratar do assunto. A mudança facilita a aprovação da proposição, que deixa de exigir quórum qualificado para prosseguir. O texto foi aprovado pela CAE nessa terça-feira (5). FONTE: AGRO EM DIA DE 06/12/2017

ATAESP X CREA-SP – NOVA VITÓRIA DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS

A ação da ATAESP contra o CREA-SP, PROCESSO Nº 0012882-51.2013.403.6100 teve novos desdobramentos, assegurando mais uma vez aos associados da ATAESP os direitos para exercício profissional conforme determina a regulamentação da profissão. Posto isto, considerando tudo o mais que consta dos autos consta, presentes os pressupostos legais, CONCEDO A SEGURANÇA requerida para suspender atos e procedimentos que representem a redução das atribuições profissionais dos Técnicos Agrícolas, especialmente aqueles relacionados à exigência de análises curriculares como condição para a validade de suas atribuições. Determino, ainda, à autoridade impetrada que reconheça o direito dos Técnicos Agrícolas de prescrever receituários agrônomos (agrotóxicos), prestar assistência na compra, venda e utilização de agrotóxicos, bem com o ser responsáveis pelas empresas que comercializam tais produtos. A decisão acima foi integralmente confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, no mês de junho de 2016. O CREA/SP, na tentativa de reverter a decisão, interpôs Embargos de Declaração, no mês de julho/2016, que foram rejeitados. Em março de 2017, o CREA/SP interpôs, ainda, Recurso Especial, que não foi admitido. Embora o processo ainda não tenha transitado em julgado, as decisões: de rejeição dos Embargos de Declaração e de não admissão do Recurso Especial, demonstram que a sentença é sólida e seus comandos apenas determinam que o CREA/SP cumpra a legislação. ACOMPANHE NA INTEGRA A DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL NÃO ADMITINDO O RECURSO ESPECIAL. 

Vitoria dos Técnicos Agrícolas x CREA-RJ - Exercício Profissional

A FENATA e o SINTAG-RJ obtiveram importante vitória na Justiça Federal (TRF 2ª Região) garantindo o exercício de todas as atribuições profissionais que constam nos Decretos 90.922/85 e 4.560/02 aos Técnicos Agrícolas associados das entidades autoras. Deste modo, o CREA-RJ não pode restringir e nem impedir o exercício das atribuições profissionais aos Técnicos Agrícolas. A partir deste momento, o SINTAG-RJ conjuntamente com a FENATA irá organizar os associados e encaminha-los ao CREA-RJ, para que usufruam dos benefícios da Decisão Judicial. CONHEÇA NA INTEGRA A DECISÃO 

Eleita nova Diretoria da FENATA (Gestão 2017 - 2021)

A eleição para nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal realizada nos dias 02 e 03 de agosto pela plataforma eleitoral disponibilizada no site da FENATA foi realizada com pleno êxito pelos Delegados/Eleitores das entidades filiadas de todo o País. O mandato da Diretoria da FENATA, gestão 2017/2021, iniciará no dia 25 de agosto próximo até 24 de agosto de 2021, e sua posse será realizada no XXXII Encontro Nacional de Técnicos Agrícolas em Serra Negra/SP. DIRETORIA EXECUTIVA: Presidente: MÁRIO LIMBERGER – RS Vice-Presidente: VALDECIR APARECIDO VASCONCELOS – SP Vice-Presidente de Relações Profissionais: GILMAR ZACHI CLAVISSO - PR Diretor Tesoureiro: VALDIR MONEGAT - RS Diretor Secretário: ALBERTO MATEUS PIRES - DF Diretor de Relações Sindicais: CLAUDIONEI SIMON - RR Diretor Adjunto de Relação Sindicais: MÁRCIO DE PAULO DIAS – PA Diretor de Articulação Nacional: JOSÉ PAULO DOS SANTOS SILVA - AC Diretor Adjunto de Articulação Nacional: WENNDER ROBERT ROCHA MARQUES DE SOUSA - MA Diretor: FERNANDO CESAR DE SOUSA SANTOS - SP Diretor: JOSÉ ELSON DOS SANTOS - AL                        CONSELHO FISCAL: VALDECI MOURA DA COSTA - RO ALDAIR REMUSSI - DF NELSON BUARQUE CAVALCANTI JUNIOR - RJ CLAUDIO DO NASCIMENTO ANTUNES FOGAÇA - CE Durante este período até o evento, as lideranças nacionais da FENATA irão definir as principais ações estratégicas da profissão, bem como as bandeiras de luta para os Técnicos Agrícolas, definindo as metas e meios para desenvolver as ações no mandato de 2017/2021. Também, durante o evento serão criadas diversas diretorias técnicas reunindo profissionais que se destacam nas áreas do exercício profissional, com o objetivo de reunir experiências e tecnologias para formulação de propostas e soluções com o objetivo de qualificar os profissionais no mercado de trabalho e buscar melhorias na renda e geração de oportunidades. 1 – Diretoria de assuntos jurídicos; 2 – Diretoria de atribuições profissionais; 3 – Diretoria de empreendedorismo; 4 – Diretoria de projetos técnicos; 5 – Diretoria de floricultura e paisagismo; 6 – Diretoria de produção orgânica ou agroecológica;

Entrevista: Hélio Dias de Souza - Técnico Agrícola na Presidência da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia

Um dos estados em que o agro mais cresce no país tem um Técnico Agrícola à frente de sua principal representação do setor produtivo agropecuário. Hélio Dias de Souza, Técnico Agrícola formado no município de Aquidauana (MS) em 1981 e produtor rural, é o atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (FAPERON). Ele também preside o Conselho Deliberativo do SENAR/RO e é membro efetivo do Conselho Fiscal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA-Brasil). Em entrevista ao site da FENATA, Hélio Dias de Souza analisa o cenário da agropecuária em RO, apontando os avanços e os gargalos que prejudicam um desenvolvimento ainda maior do setor no Estado. Fala também sobre sua gestão à frente da FAPERON/SENAR/RO e sobre sua participação na categoria dos Técnicos Agrícolas. A atuação de Hélio Dias de Souza é marcada pelo diálogo, ferramenta que usa para trabalhar pelo fortalecimento e qualificação do agro e dos profissionais envolvidos com a produção de alimentos no Brasil, como os Técnicos Agrícolas. FENATA – Quais as prioridades de sua gestão, tanto à frente da FAPERON quanto do SENAR de Rondônia? Hélio Dias de Souza – O trabalho é reorganizar e fortalecer o Sistema Sindical Rural do Estado, baseado no diálogo com os Sindicatos de Produtores Rurais, lideranças de Rondônia, entidades associativas e com as instituições governamentais responsáveis pelo desenvolvimento do agro. Outro foco é priorizar e intensificar a capacitação profissional rural como instrumento de conhecimento e transferência de tecnologias aos produtores das diferentes cadeias produtivas de Rondônia. FENATA – Como o senhor avalia as perspectivas para RO no cenário nacional do agro? Hélio Dias de Souza – O Estado de Rondônia é localizado estrategicamente no coração da América Latina, formado por solos agricultáveis de baixa e média fertilidade com aptidão agropecuária. Além disso, possui um corredor de exportação instalado, a Hidrovia do Rio Madeira, que reduz os custos de logística e de transporte da produção do noroeste do Mato Grosso e Rondônia. Tudo isso, somado às excelentes condições e aos índices pluviométricos anuais bem definidas, propicia o desenvolvimento sustentável do agronegócio nesta parte ocidental da Amazônia. O Estado de Rondônia foi colonizado com um modelo de assentamento rural do INCRA [Instituo Nacional de Colonização e Reforma Agrária] voltado para a agricultura familiar, o que facilitou o crescimento, de forma homogenia, das cadeias produtivas. O fato é que temos hoje, em Rondônia, mais de 127 mil empreendimentos rurais em plena atividade e em processo de tecnificação da produção diversificada. Dessas propriedades rurais, 80% são de até 240 hectares. “O trabalho é reorganizar e fortalecer o Sistema Sindical Rural do Estado, baseado no diálogo” FENATA – RO se destaca como produtor de café, leite, carne, peixes? Há potencial em outras culturas ou em outras áreas da pecuária? Hélio Dias de Souza – Além dessas cadeias produtivas, Rondônia hoje se destaca de forma crescente na expansão das culturas da soja, do milho e do arroz, em área abertas de pastagens degradadas ou de capoeiras. O Estado tem vasta extensão de áreas abertas, principalmente na região norte, próximo à capital Porto Velho, capaz de ampliar em quatro a cinco vezes a área plantada, estimada em 350 mil hectares com a cultura da soja na safra 2017/2018. O plantio das culturas da soja e milho avança em mais de 50% dos municípios do Estado, fortalecendo e ampliando as cadeias da bovinocultura de corte, leite, piscicultura e avicultura. Isso contribui para reduzir os custos de produção pelo aumento da oferta dos produtos e subprodutos utilizados na alimentação animal. FENATA – A maioria dos produtores de RO é da agricultura familiar. Isso exige um tipo de atuação diferente da FAPERON em relação às demais federações do Sistema CNA/Senar? Hélio Dias de Souza – Não, porque o Sistema federativo FAPERON/SENAR/Sindicato Rurais tem o compromisso e o dever legal de representação da categoria desde o pequeno e o médio até o grande produtor, sem distinção. FENATA – Quais gargalos atrapalham o agro em RO e como fazer para resolvê-los? Hélio Dias de Souza – São inúmeros os gargalos do setor produtivo rondoniense, mas destacamos a falta de regularização fundiária das propriedades com posses pendentes e sem a documentação legal há mais de 20 anos, o que dificulta o acesso ao credito rural. Temos mais de 30 mil propriedades rurais necessitando de titulação de terra urgente no Estado. Os altos custos dos fertilizantes e defensivos agrícolas importados do sul do país também oneram a produção das diversas culturas no Estado. Por último, é necessário otimizar e investir na dragagem, na demarcação e segurança de transporte da Hidrovia do Rio Madeira para possibilitar o escoamento e a exportação da produção agropecuária por este corredor de exportação. “Rondônia tem hoje mais de 127 mil empreendimentos rurais em plena atividade”  FENATA – O fato de estar na fronteira com países andinos pode favorecer RO a incrementar as exportações para esses mercados? Hélio Dias de Souza – Sim. O asfaltamento e a interligação rodoviária MT/RO/AC com o Peru, a chamada Rodovia Transpacífica, possibilita o intercâmbio comercial com a Bolívia, o Peru, o Chile e a Colômbia. Umas das limitações para o êxito desse comércio internacional ainda são as barreiras alfandegárias que dificultam o crescimento dos negócios bilaterais. FENATA – A FAPERON desenvolve alguma ação específica, seja sozinha ou por meio de parcerias, para promover a abertura do mercado internacional aos produtos agropecuários de RO? Hélio Dias de Souza – A Federação da Agricultura e Pecuária, juntamente com a indústria, a Fecomércio, o Governo de Rondônia e os empresários, tem participado ativamente de rodadas de negócios bilaterais com a Bolívia, com o Peru, com o Chile e com o Equador para ampliar a comercialização e exportação de produtos como peixes, arroz empacotado, carnes e outros, visando buscar novos mercados e agregar valor à produção do Estado. FENATA – Como a FAPERON avalia as ações de sanidade animal e vegetal executadas pelos governos do Estado e Federal e qual é a contribuição da entidade nessa área? Hélio Dias de Souza – Rondônia se destaca no cenário nacional por possuir um órgão de defesa animal e vegetal, o IDARON, que é um dos modelos de trabalho e eficiência no país. Na área animal, RO e Acre serão os dois estados que vão compor o primeiro bloco da retirada da vacinação contra febre aftosa dentro do PNEFA [Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa]. Em razão do bom trabalho sanitário desenvolvido, apesar de estarmos localizados em área de fronteiras, fomos agraciados em ser a primeira região do país para ter, em maio de 2019, o status de Estado sem vacinação. Os grandes responsáveis pelo trabalho de vacinação plena, de forma preventiva, são os produtores rurais do Estado, representados pela nossa FAPERON. FENATA – RO enfrenta problemas fundiários. Como a entidade avalia essa situação? Hélio Dias de Souza – Mesmo dispondo de grandes áreas públicas e de posse, além de ser considerada uma região de nova fronteira agrícola, o Estado enfrenta diversos conflitos agrários por falta da regularização das áreas e do reconhecimento da posse definitiva das terras dos produtores imigrantes pioneiros que vieram para RO de todas as partes do país há mais de 20 anos, sem, contudo, ter o reconhecimento do seu trabalho pelo Governo Federal e suas legislações, que não avançaram neste período. Em 2017 a FAPERON trabalhou forte, juntamente com os representantes políticos da região, com várias proposituras para contribuir com a aprovação de uma legislação de regularização fundiária capaz de minimizar os conflitos no campo, regularizando e titulando os posseiros detentores da terra, disciplinando e criando regras jurídicas para os novos assentamentos rurais que atendam os verdadeiros produtores rurais, sem-terra e que possuem vocação para trabalhar na terra. “O Estado enfrenta conflitos agrários por falta da regularização das áreas e do reconhecimento da posse" FENATA – Quais as principais ações do SENAR para formação e capacitação dos agropecuaristas de RO? Hélio Dias de Souza – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de RO [Senar/RO] possui um planejamento estratégico de treinamentos de formação e capacitação rural voltado para os produtores rurais e suas famílias, que trabalham nas principais cadeias produtivas com expressão econômica, buscando, através dos diversos cursos ofertados, a transferência de conhecimentos e tecnologias aplicáveis para o aprimoramento das atividades e sua rentabilidade. FENATA – O senhor também é técnico agrícola. Como vê a contribuição desses profissionais, ao longo dos anos, para o agro de RO? Hélio Dias de Souza – O Estado de RO foi colonizado, através de um chamamento feito pelo Governo Federal nas décadas de 1970 e 1980 para povoar este pedaço do país, com a frase “Integrar para não entregar a Amazônia”. Juntamente com milhares de produtores pioneiros das diferentes regiões do país, veio um contingente de corpo técnico privado e público, formado em sua maioria por Técnicos Agrícolas. Desta forma, podemos afirmar que estes profissionais do setor foram os pioneiros desde os tempos do território até a instalação do Estado de Rondônia, em 1981. E ainda vêm dando contribuição técnica de forma significativa para a consolidação de várias cadeias produtivas, como, por exemplo, a da bovinocultura de corte e leite, que hoje tem 14 milhões de cabeças, o sexto maior rebanho do país. “Os técnicos agrícolas foram os pioneiros desde o território até a instalação do Estado de Rondônia” FENATA – Como o senhor vê o projeto de lei, em tramitação no Senado, que cria o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas e dos Técnicos Industriais? Hélio Dias de Souza – São duas profissões distintas, uma voltada para o meio urbano e outra para o meio rural. As nossas demandas e foco de trabalho são voltados para o fortalecimento das políticas públicas que contribuem para a melhoria do agronegócio. Assim, não vejo que o produtor rural e os Técnicos Agrícolas tenham vantagens em apoiar a aprovação de um conselho conjunto de representação de seus interesses. Ainda mais por terem atividades e atribuições profissionais totalmente diferente uma da outra. FENATA – O senhor vai integrar o Conselho Político da FENATA. Qual expectativa em relação à contribuição do Conselho Político para a categoria dos Técnicos Agrícolas? Hélio Dias de Souza – Na condição de Técnico Agrícola e produtor rural, estou pronto para colaborar com a categoria para buscar o melhor formato legal de organização da classe em defesa dos nossos interesses em todos os níveis. Em RO, estamos junto com o Sindicato dos Técnicos Agrícolas discutindo todas as questões inerentes às ações e atividades da classe, retomada dos rumos e planejamento de um novo trabalho participativo da categoria. FENATA – Qual a estratégia para seguir na luta por um Conselho Federal de Técnicos Agrícolas exclusivo? Hélio Dias de Souza – A firmeza e a união nacional dos Técnicos Agrícolas são o caminho para criar e estruturar um Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas capaz de representar os reais interesses da categoria, sem interferências e interesses corporativos que não sejam o de melhorar a vida das famílias rurais do país. “A firmeza e a união nacional são o caminho para criar e estruturar um Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas”

Eventos Nacionais

Data: 28 de setembro a 1º de outubro de 2017Local: Grand Hotel Serra NegraCidade: Serra Negra/SPPromoção: FENATA - Federação Nacional de Técnicos AgrícolasATAESP - Associação dos Técnicos Agrícolas do Estado de São Paulo     Apoio: FOTOS DO EVENTO:  DIA (28/09) .AG_classic .ag_imageThumb {border-color:#808080} .AG_classic .ag_imageThumb:hover {background-color:#fea804} /* PAGINATION AND ALBUM STYLE DEFINITIONS */ #AG_01 a.AG_album_thumb, #AG_01 div.AG_album_wrap, #AG_01 a.AG_pagin_link, #AG_01 a.AG_pagin_prev, #AG_01 a.AG_pagin_next {border-color:#808080} #AG_01 a.AG_album_thumb:hover, #AG_01 a.AG_pagin_link:hover, #AG_01 a.AG_pagin_prev:hover, #AG_01 a.AG_pagin_next:hover {background-color:#fea804} #AG_01 div.AG_album_wrap h1, #AG_01 a.AG_pagin_link, #AG_01 a.AG_pagin_prev, #AG_01 a.AG_pagin_next{color:#808080} AG_jQuery("a[rel=fancybox[AdmirorGallery01]]").fancybox({ 'transitionIn' : 'elastic', 'transitionOut' : 'elastic', 'easingIn' : 'easeOutBack', 'easingOut' : 'easeInBack' });   DIA (29/09) .AG_classic .ag_imageThumb {border-color:#808080} .AG_classic .ag_imageThumb:hover {background-color:#fea804} /* PAGINATION AND ALBUM STYLE DEFINITIONS */ #AG_11 a.AG_album_thumb, #AG_11 div.AG_album_wrap, #AG_11 a.AG_pagin_link, #AG_11 a.AG_pagin_prev, #AG_11 a.AG_pagin_next {border-color:#808080} #AG_11 a.AG_album_thumb:hover, #AG_11 a.AG_pagin_link:hover, #AG_11 a.AG_pagin_prev:hover, #AG_11 a.AG_pagin_next:hover {background-color:#fea804} #AG_11 div.AG_album_wrap h1, #AG_11 a.AG_pagin_link, #AG_11 a.AG_pagin_prev, #AG_11 a.AG_pagin_next{color:#808080} AG_jQuery("a[rel=fancybox[AdmirorGallery11]]").fancybox({ 'transitionIn' : 'elastic', 'transitionOut' : 'elastic', 'easingIn' : 'easeOutBack', 'easingOut' : 'easeInBack' });   DIA (30/09)  .AG_classic .ag_imageThumb {border-color:#808080} .AG_classic .ag_imageThumb:hover {background-color:#fea804} /* PAGINATION AND ALBUM STYLE DEFINITIONS */ #AG_21 a.AG_album_thumb, #AG_21 div.AG_album_wrap, #AG_21 a.AG_pagin_link, #AG_21 a.AG_pagin_prev, #AG_21 a.AG_pagin_next {border-color:#808080} #AG_21 a.AG_album_thumb:hover, #AG_21 a.AG_pagin_link:hover, #AG_21 a.AG_pagin_prev:hover, #AG_21 a.AG_pagin_next:hover {background-color:#fea804} #AG_21 div.AG_album_wrap h1, #AG_21 a.AG_pagin_link, #AG_21 a.AG_pagin_prev, #AG_21 a.AG_pagin_next{color:#808080} AG_jQuery("a[rel=fancybox[AdmirorGallery21]]").fancybox({ 'transitionIn' : 'elastic', 'transitionOut' : 'elastic', 'easingIn' : 'easeOutBack', 'easingOut' : 'easeInBack' });     CONCLUSÕES DO ENCONTRO NACIONAL   I – CONSELHO DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL  1) Reafirmam por unanimidade lutar pelo Conselho Uniprofissional dos Técnicos Agrícolas; 2) Alterar o Projeto de Lei nº 5.179/2016 nos seguintes itens: a) Isenção da taxa de Responsabilidade Técnica para os Técnicos Agrícolas; b) Criar Conselhos independentes no mesmo Projeto de Lei (Conselho dos Técnicos Industriais e Conselho dos Técnicos Agrícolas); c) Centralizar os registros e controle dos profissionais junto ao Conselho Federal e o setor de fiscalização a cargo dos Conselhos Regionais;  d) Desburocratizar a prestação de serviço eletronicamente aos Técnicos Agrícolas;  e) O Conselho deve ter uma estrutura voltada somente para o registro e a fiscalização dos profissionais e sua sustentação financeira deve ser baseada na arrecadação das anuidades.   3) Caso não for possível viabilizar as propostas acima relatadas (1 e 2) a posição dos Técnicos Agrícolas é lutar contra o projeto de criação do Conselho conjunto.   II – NOVA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA LEI Nº 13.467/2017 1) Promover estudos e combater judicialmente a Lei da terceirização; 2) Fortalecer a negociação salarial pelo Sindicato dos Técnicos Agrícolas e/ou Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas, evitando a criação de comissões de fábrica que não dispõe de prerrogativa para assinar acordo/negociação coletiva de trabalho; 3) Defender alterações na legislação que dificulta a negociação salarial ou a instalação de dissidio coletivo de trabalho sem autorização do empregador; 4) Custeio Sindical através da Contribuição Sindical e/ou Negocial, incluindo os Sindicatos de Profissionais Liberais;   III – DIREITO PREVIDENCIARIO E TEMPO DE SERVIÇO  1) Que a FENATA e Sindicatos constitua assessoria jurídica na área previdenciária; 2) Que a FENATA repasse informes do Direito previdenciário aos Sindicatos/Associações filiadas – ex.: contagem de tempo de aluno aprendiz e insalubridade...    IV – ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DE TÉCNICOS AGRÍCOLAS 1) Que a FENATA articule alterações das atribuições profissionais relacionadas no artigo 6º do Decreto 90.922/85.    V – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA 1) Que os Sindicatos/Associações dos Estados implementem serviços aos associados: assessoria jurídica e administrativa (atribuições profissionais), trabalhista e previdenciárias. 2) Que os Sindicatos/Associações estudem a possibilidade de prestar serviços na área de planos de saúde, seguros e financiamentos... 3) Que os Técnicos Agrícolas mobilizem os Técnicos detentores de cargos públicos e entidades para enviar documentos – fazer contato através de uma comitiva; 4) Aprovado por unanimidade a cobrança de uma anuidade no valor de R$ 100,00 para custear as atividades da Federação.   VI – ELEIÇÕES DOS CONSELHOS DE FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL  1) Que a FENATA, Sindicatos e Associações participem ativamente das eleições dos CREA’S e CONFEA (dia 15 de dezembro de 2017), apoiando os candidatos que demonstram simpatia com os direitos profissionais dos Técnicos Agrícolas.     VII – ARTICULAÇÕES POLITICAS DIVERSAS  Promover ações políticas regionais com políticos que assumam compromissos com a categoria; Que as entidades Sindicais e Associativas trabalhem pela aprovação do piso salarial dos Técnicos Agrícolas nos Estados e o piso nacional da categoria.  Compromisso com políticos com boa prática política, independentemente de partido e que não seja mobilizado pelo sentimento e sim por um projeto político.   VIII – MOÇÕES  Aprovada moção de repúdio ao Deputado Giovani Cherini pelo fato de menosprezar a organização dos Técnicos Agrícolas nos Estados como forma de justificar sua posição contra a criação do Conselho de Fiscalização Uni profissional, que é a proposta da FENATA; Aprovada moção de repúdio ao Deputado Giovani Cherini por tentar desqualificar o trabalho da Federação Nacional que tem como Presidente, Téc. Agr. Mário Limberger, de forma a não reconhecer a representatividade perante os Técnicos Agrícolas.  Nota de repúdio ao Ministério da Agricultura em virtude de excluir os Técnicos Agrícolas do concurso, privilegiando categorias de nível superior, como os Veterinários, infringindo assim a isonomia de classes no referido órgão.  Que a FENATA elabore moção com abaixo assinado de todos participantes do Encontro para ratificar sua posição em favor do Conselho Próprio dos Técnicos Agrícolas e contra o Conselho conjunto com os Técnicos Industriais;   IX – NOVAS DIRETORIAS DA FENATA a) Diretoria de Assuntos Jurídicos Coordenador: João Bosco de Luz de Morais (GO) André Fronza (RS) Márcio Limberger (SP) José Elson dos Santos (AL) Wennder Robert Rocha Marques de Sousa (MA) Osvaldelino Escobar (MS)   b) Diretoria de Articulação Política Coordenador: Mário Limberger (RS) Gilmar Zachi Clavisso (PR) João da Conceição (PA) Jovelino Alves Caetano (MS) Vilmar Cappellaro (PE) José Aparecido Fernandes (SP) Rubens Rodrigues de Sá (BA) Amauri Tadeu Peratelli (SP) Valdeci Moura da Costa (RO) Claudionei Simon (RR) José Paulo dos Santos Silva (AC) João Bosco Luz de Morais (GO) Daltro Fiuza (MS)   c) Diretoria de Empreendedorismo  Coordenador: Valdir Monegat (RS) Moacir Marasca (RS) Francisco Jose Sousa Marques (CE) Aldair Remussi (DF) Josenilton Alves de Souza (BA) José Angelo Diegoli (SP)   d) Diretoria de Relações Profissionais  Coordenador: Gilmar Zachi Clavisso (PR) Valdecir Aparecido Vasconcelos (SP) Dimas Bezerra da Silva (MS) Dario Luiz Vier (RS) Michel Luiz Stern (SP) Pedro Ricardo Gallina (RS) Silvano Slongo (RS) Fernando Cesar de Sousa Santos (SP) Danilo Mielczarski (RS) Carlinhos Radaelli (PR)   e) Diretoria de Floricultura e Paisagismo  Coordenador:  Antônio Agostini (RS) Valdecir Ferrari (RS)   X – PRÓXIMO ENCONTRO NACIONAL Foi aprovado que o próximo Encontro Nacional dos Técnicos Agrícolas será realizado de preferência na região centro-oeste do País, sendo que a decisão da escolha do Estado ficará a cargo da Diretoria da Federação, que deverá ser organizado para o mês de agosto de 2018.      O EVENTO: SERRA NEGRA Serra Negra é uma instância hidromineral da região do Circuito das Águas Paulistas, com os seguintes Municípios: Agua de Lindoia, Socorro, Lindoia, Monte Alegre do Sul, Amparo, Pedreira, Jaguariúna, Holambra. Durante o dia Serra Negra tem uma temperatura agradável, pelo clima de montanha. Mas a noite o frio é aconchegante, propício para degustar vinhos e espumantes.  Diferentes altitudes em Serra Negra: - Centro da Cidade – 927mts - Pico do Fonseca (Cristo Redentor) 1080 mts - Alto da Serra 1310 mts Durante as confraternizações do Encontro Nacional (Coquetel de Abertura e Jantar de Encerramento), serão servidos vinhos personalizados do Técnico Agrícola produzidos pela Casa Valduga e Dom Pedrito e Espumantes Valduga. Também serão disponibilizado, para comercialização, os vinhos personalizados do Técnico Agrícola.         COMEMORAÇÕES DO ENCONTRO NACIONAL 106 anos da existência da profissão no país; 32 anos da ATAESP, entidade de classe dos Técnicos Agrícolas do Estado de São Paulo; 32 anos da edição do Decreto 90.922/85; 15 anos da edição do Decreto 4.560/02.   PRÊMIO TÉCNICO AGRÍCOLA A FENATA, a cada evento nacional, presta  homena-gens as personalidades políticas, empresariais e profissionais Técnicos Agrícolas que se destacam atuação de defesa da Categoria e/ou do setor primário. Serão homenageados do XXXII Encontro Nacional: 1º - Téc. Agr. JOÃO BOSCO LUZ DE MORAIS, também advogado, produtor rural e vice-presidente jurídico da FENATA.  2º - Tec. Agr. VILMAR CAPPELLARO, ex diretor da FENATA, produtor de frutas no Vale de São Francisco e atual Prefeito de Lagoa Grande/PE. 3º - Tec Agr. JOSÉ APARECIDO FERNANDES, associado da ATAESP, empreendedor na área de produtos agroquímicos, produtor rural e atual Prefeito de Assis/SP.     DEBATES TEMAS DE DISCUSSÕES Legislação e atribuições profissionais; Empreendedorismo; Formação e qualificação profissional; Conselho próprio de fiscalização profissional; Cadeia de produção agropecuária do Brasil.   GRUPOS DE TRABALHO No Encontro serão discutidos a formação de grupos especiais de trabalho, reunindo profissionais que se destacam em determinadas áreas do exercício profissional para reunir experiências e formular propostas que possam ajudar no desenvolvimento de soluções do conjunto da profissão.   1) Empreendedorismo; 2) Atribuições Profissionais; 3) Produção Orgânica ou Agroecológica; 4) Floricultura e Paisagismo; 5) Projetos Técnicos; 6) Serviço Público.     SERRA NEGRA: PONTOS TURÍSTICOS   MONUMENTO AO CRISTO REDENTOR Inaugurado em 06.07.1952, no alto do Pico do Fonseca. Localizado a 1.080m de altura, o monumento possui 18m, sendo 6m de pedestal e 12m de estátua. O acesso se dá pelo teleférico ou por veículo através da rua Antonio Jorge José. No local há um mirante e uma lanchonete.   TRENZINHO MARIA FUMAÇA Embarque nesta aventura! Tradicional passeio de Trenzinho Maria Fumaça, atração turística imperdível para toda a família! São oito quilômetros de percurso, percorrendo as ruas da cidade e com duração de cinquenta minutos. O Trenzinho Maria Fumaça faz parada programada na Fonte Santo Agostinho e Fonte Santa Luzia, para que você aproveite ao máximo este delicioso momento de descontração e lazer.   MUSEU DO VINHO E DA CACHAÇA - FAMÍLIA SILOTTO - SÍTIO SÃO PEDRO Experimente toda atradição Italiana na fabricação de bebidas artesanais. Vinhos elaborados com uvas cultivadas em nossa propriedade, em nosso parreiral de mais de 100 anos. Ambiente preservado e mantendo os traços rústicos do passado. Venha desfrutar de momentos agradáveis junto à natureza, degustando um bom vinho. Produtos: Vinhos artesanais, Cachaça artesanal, Grappa, Vinagre de vinho, Café moído, Queijos, Doces, Mel e demais produtos da roça. Contamos também com Playground e Animais de fazenda.   TELEFÉRICO Instituído em março de 1973, faz o trajeto da Praça Sesquicentenário ao Pico do Fonseca a 1.080m de altitude. Com extensão de 1.400m e 68 cadeirinhas, mantém acesso na Praça Sesquicentenário.   ALTO DA SERRA Ponto mais alto da região com 1.310m, onde é possível avistar mais de 10 cidades da região, tendo também uma das mais belas vistas.   function AG_form_submit_1(galleryIndex,paginPage,albumFolder,linkID) { var AG_URL="/site/index.php/85-fenata/noticias-gerais/451-justica-derruba-liminar-e-libera-exportacao-de-gado-vivo-no-pais"; var split = AG_URL.split("AG_MK=0"); if(split.length==3){ AG_URL = split[0]+split[2]; } var char = AG_URL.charAt((AG_URL.length)-1); if ((char != "?") && (char != "&")) { AG_URL += (AG_URL.indexOf("?")

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